O retorno do Manto Tupinambá ao Brasil, depois de mais de 300 anos, marcou o desfecho vitorioso de uma negociação histórica entre o governo federal, o povo Tupinambá e autoridades internacionais. O artefato sagrado, levado por colonizadores, representa a conexão espiritual, ancestral e natural dos Tupinambá. A comunicação da repatriação, liderada pelo Ministério dos Povos Indígenas com apoio da CDN, enfrentou desafios políticos e sociais, como a reivindicação por acesso irrestrito ao Manto. A estratégia de mídia priorizou o diálogo, a transparência e a construção de uma narrativa conciliadora, com produção ágil de conteúdos, atendimento personalizado à imprensa e estímulo à cobertura internacional. A ação garantiu ampla repercussão positiva, com mais de 1.200 inserções na mídia, reforçando o papel do MPI como mediador entre os povos originários e as instituições científicas, e destacando o valor simbólico e histórico da repatriação.