Em 2019, vimos o início do uso do acrônimo ESG em menções na rede social Linkedin e na cobertura da mídia negócios e de sustentabilidade, de forma global. A partir do Fórum de Davos e da pandemia, em 2020, constatamos seu boom em posts de empresas e perfis profissionais do Linkedin, mas que não se refletia no Twitter - rede de maior alcance e diálogo com a sociedade civil brasileira. Esta análise inicial, oriunda da inteligência em redes da LLYC, nos sinalizou para a necessidade de um estudo mais profundo, tendo como objeto a narrativa do ESG, sua conexão e primeiros impactos no diálogo com sociedade civil, para entender seu alcance, influenciadores, e as percepções e sentimentos desta sociedade sobre o tema, já que há uma mudança em curso do capitalismo de shareholders para o de relacionamento com os stakeholders, num mundo em transição que passou a exigir novas funções e compromissos das organizações, Assim, realizamos o 1º estudo sobre ESG no Brasil na BIG DATA (Dissonâncias do ESG com a sociedade civil), com uso de IA e Machine Learning, com o objetivo de analisar sua consonância entre o falar e praticar ESG, com dados que ajudem empresas acrepensarem suas narrativas no tema